UNIEDFCAST – Universo da Educação Física

UNIEDFCAST #10 Sobre o projeto – Mudanças

No UNIEDFCAST #10 falamos das mudanças que iremos fazer no projeto a partir de agora, como por exemplo, vamos fazer vídeos para deixar o nosso podcast mais didático e interativo para vocês que nos acompanham. E também aumentamos do número de integrantes (que eram 4 e agora são 9). Vocês podem obter mais informações sobre nós em “quem somos”, aqui no site.


Esse projeto faz parte do projeto de extensão “Conteiner saúde: Laboratório de ideias e inovações” do centro acadêmico de Vitória/ UFPE, coordenado pelo professor Luiz Miguel Picelli Sanches (luiz.sanches.ufpe@gmail.com).

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UNIEDFCAST #9 Jogos

No UNIEDFCAST #9 falamos sobre a história dos jogos, a diferença entre jogos, brincadeiras e esportes, suas classificações e o jogo enquanto conteúdo da educação física escolar.

Segue o resumo 

O jogo é uma atividade que pode ser física, intelectual ou que trabalha as duas coisas. Também integra um sistema de regras e limites de tempo e espaço e define um indivíduo ou um grupo como vencedor e outro perdedor ou todos vencedores, como é o caso de alguns jogos cooperativos.

Segundo o coletivo de autores, o jogo é uma invenção do homem, um ato em que suas intencionalidades e curiosidades resultam num processo criativo para modificar, imaginar a realidade e o presente. Caracteriza-se também pela espontaneidade, flexibilidade, descompromisso, criatividade, fantasia e expressividade, representadas de diversas formas próprias de cada cultura.

Apesar de serem parecidos e algumas vezes até confundidos, jogos e esportes são diferentes. O jogo se caracteriza por ter regras flexíveis, ou seja, um jogo de futebol na sua rua com seus amigos terão regras diferentes das que serão encontradas num campeonato, por exemplo. A diferença é que no jogo, as regras podem ser modificadas e adaptadas pelas pessoas que estão jogando, já no esporte, existirá uma organização encarregada disso. Além de que no esporte é vivenciado a competição, alto rendimento e desenvolvimento de habilidades motoras específicas.

A diferença de jogos para brincadeiras é que esta última é mais livre, espontânea e não possui regras.

Na prática de jogos e brincadeiras, as crianças ampliam o conhecimento sobre si e quem está a sua volta, favorece o desenvolvimento físico, cognitivo, social, afetivo, moral, descobrem e agem com regras, etc. Sendo assim, podemos afirmar que o jogo é uma evolução da brincadeira e o esporte é o jogo só que institucionalizado.

Os jogos tem origem na pré-história e vem como uma forma de demonstração da cultura dos povos da Ásia, América, África, etc. Foram encontrados jogos de expressão, recreativos e religiosos. Alguns jogos passaram por alterações e muitos deles vieram a compor um elenco de modalidades que mais tarde foram disputados nos jogos olímpicos da Grécia Antiga.

Há registros de jogos encontrados nas paredes das cavernas espalhadas pelo mundo, retrata a necessidade que já se apresentava de dar aos momentos de luta pela sobrevivência, um caráter mais lúdico.

O termo “jogo” vem do latim, da palavra “jocus”, que significa gracejo, brincadeira, divertimento.

São classificados em diferentes tipos: jogos esportivos, cooperativos, teatrais, eletrônicos, sensoriais, de perseguição, de salão, populares, entre outros.

Confira as classificações com muito mais detalhes no nosso episódio #9 do UNIEDFCAST, e também uma reflexão sobre a questão dos jogos populares hoje em dia e a importância das aulas de educação física da manutenção desses jogos.

E se liga nos próximos episódios que vem novidade por aí..

UNIEDFCAST #8 Natação

Apesar de não ser um exercício tão natural para o ser humano como as modalidades já abordadas por nós (atletismo, lutas… Confira também 😉 ), a natação já existia há milênios de anos. Os movimentos de braços e pernas dentro da água já eram vistos em comunidades primitivas, como forma de sobrevivência ou até mesmo por diversão. Há indícios de sua prática em algumas pinturas rupestres há mais de 7.000 anos.

Chegando a Grécia Antiga, ela era praticada por ser benéfica ao corpo humano, também era pré-requisito na formação de jovens e soldados gregos, tanto é que a natação já fazia parte das olimpíadas da Grécia Antiga. Foi na civilização grega que surgiram as primeiras disputas de natação, os jogos ístmicos, disputados em homenagem ao Deus Poseidon.

Embora fosse popular, a natação demorou muito para se tornar uma competição organizada, pois se tinha a ideia de que sua prática poderia trazer doenças. Então, ficou esquecida por séculos, ressurgindo durante o período do império de Luís XIV, na França, local onde foi construída a primeira piscina comunitária.

No século XVII, no Japão, já era obrigatória a disciplina de natação nas escolas. No século XIX, os ingleses criaram as primeiras regras para a prática de natação enquanto esporte competitivo e as primeiras competições foram organizadas na Inglaterra e nos Estados Unidos.

O mundo Ocidental só vai começar a levar a natação a sério por volta do século XIX, com um nobre britânico chamado Lord Byron, ele foi o primeiro que teve a coragem de atravessar o canal Dardanelos, que tinha uma distância aproximada de 1,5 Km.

A natação entrou para as olimpíadas na primeira edição da era moderna, 3 tipos de  provas foram disputadas naquela ocasião: 100 metros livres, 500 metros livres e 1200 metros livres; a competição era realizada no mar. Com a modalidade ganhando força, em 1908, durante as olimpíadas de Londres, foi fundada a federação internacional de natação (FINA), que comanda não só as provas de natação, mas também nado sincronizado, polo aquático e saltos ornamentais. As mulheres só puderam competir nas olimpíadas de 1912, em Estocolmo, na Suécia. A primeira campeã foi à australiana Sarah Funny.

A primeira competição de natação no Brasil aconteceu em 1898 com o clube de natação e regatas. Os atletas nadaram uma distância de 1500 metros entre a Fortaleza de Villegaignon e a praia de Santa Luzia, localizada no Rio de Janeiro. A participação brasileira nos jogos olímpicos veio pela primeira vez em 1920.

No Brasil, quem organiza as competições oficiais é a confederação brasileira de desportos aquáticos (CBDA), fundada em 1977, ela também rege outras competições como o polo aquático, nado sincronizado e as provas de mergulho, por exemplo.

A natação possui 4 estilos: O nado Crawl (livre), borboleta, peito e costas. Nas provas de modo medley, devem-se nadar os estilos na seguinte ordem: borboleta, costas, peito e crawl. As disputas aconteciam no mar até por volta de 1930, quando se mudou para as piscinas em ambientes fechados.

As modalidades olímpicas de natação são: 50, 100, 200, 400, 800(feminino) e 1500(masculino) metros de nado livre; 100 e 200 metros de nado costas, 100 e 200 metros de nado peito, 100 e 200 metros de nado borboleta e 400 metros medley. Nas provas de revezamento, 4X100 livre e 4X200 medley.

A natação, por ser um esporte que trabalha diversos grupos de articulações, ajuda no desenvolvimento do corpo, além de que também promove benefícios nos sistemas respiratório e cardíaco e ajudam no combate a diversas doenças como asma, diabetes, estresse, etc.

Para saber detalhes sobre os estilos dos nados, acontecimentos e histórias da época e ainda algumas curiosidades e como trabalhar com essa modalidade na escola, confira o UNIEDFCAST #8 Natação e bons estudos!!.


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UNIEDFCAST #7 Capoeira

E o 7º episódio do UNIEDFCAST é sobre a brasileiríssima capoeira. Falamos sobre sua origem, os tipos, como funciona a roda de capoeira e mais…

Venha conferir!!

Resumo

Reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial brasileiro, pela UNESCO em 2014, a capoeira surgiu no período colonial, onde o Brasil era dominado pelos portugueses, os quais traziam mão-de-obra principalmente africana para escraviza-los, já que era mais difícil dominar os índios por causa do conhecimento que tinham sobre seu território, escapando com mais facilidade, além disso, os índios não tinham muita resistência física.

Por causa da forma cruel na qual os portugueses tratavam os escravos, estes sentiram a necessidade de criar meios de defesa, derivados da cultura que eles trouxeram ao Brasil. Como não podiam praticar qualquer tipo de luta, começaram a implantar seus golpes em músicas na tentativa de disfarça-los, assim, quando seus senhores passassem, viam uma dança que na verdade era um treinamento de sua luta.

Um dos significados da palavra capoeira é “o que foi mata” que faz referência às áreas de mata rasteira do interior do Brasil. Também é encontrada fazendo alusão aos capoeirões, que eram os lugares onde os negros escondiam-se nas matas.

Partindo para o século XVII, houve algumas mudanças com relação à escravidão; Surgiram os quilombos, formados por alguns escravos fugitivos e foi onde aperfeiçoaram a capoeira.

Ela passou por um grande período de proibição, mesmo após a abolição, por ser vista como um ato subversivo de violência, várias penas eram atribuídas a quem praticasse, até que em meados de 1930, mestre Bimba fez uma apresentação de um novo estilo de capoeira ao então presidente Getúlio Vargas, o qual reconheceu seu valor cultural, permitindo a prática no Brasil.

Possui 3 estilos: A Capoeira Angola foi o estilo que originou a capoeira e ele é caracterizado por ter um ritmo musical mais lento, os golpes são jogados mais baixos e há muita malícia.

A Capoeira Regional é o segundo estilo, surgiu em 1930 com o mestre Bimba e caracteriza-se pela malícia da Capoeira Angola com o jogo rápido de movimentos ao som do berimbau. Os golpes são rápidos e secos, sendo que as acrobacias não são utilizadas.

A capoeira contemporânea é o terceiro estilo e reúne um pouco dos dois primeiros, é o mais praticado atualmente.

A base da capoeira é o gingado, que é o movimento de todo o corpo de forma ritmada e mantendo-se alerta para os movimentos de esquiva, ataque e contra-ataque.

Na roda de capoeira, os capoeiristas começam se cumprimentando, se agachando ao pé do berimbau, não há pontuação nem tempo determinado para a luta acabar. Quando um jogador parece cansado, alguém da roda compra o jogo (indo jogar no lugar do outro).

A arena é uma roda com os capoeiristas dispostos em círculo e é o palco da luta. O ritmo é ditado pelo berimbau, geralmente são acompanhados por pandeiros, atabaque, agogô e reco-reco. O capoeirista experimentado deve ser capaz de tocar os instrumentos, cantar e aplaudir durante o jogo, sendo considerado incompleto se ignorar a musicalidade. Os golpes são principalmente chutes e rasteiras, além de cabeçadas, joelhadas, cotoveladas e acrobacias em solos ou aéreas.

Alguns movimentos da capoeira no ataque são: martelo, rabo de arraia e meia lua de compasso. Na defesa temos a cocorinha, aú e negativa.

Um dos benefícios de sua prática é que ela trabalha a coordenação motora, aprimora flexibilidade, equilíbrio e destreza, alivia as tensões do dia-a-dia e proporciona criatividade e liberdade de movimentos. Ajuda também no fortalecimento muscular e na queima de gordura.

É importante trabalhar esse conteúdo na escola, pois ajuda na compreensão do aluno como ser histórico, utilizando materiais produzidos pela nossa cultura, e utilizando da cultura corporal como ferramenta pedagógica para o aprendizado do aluno. É um assunto muito importante para o professor trabalhar em sala de aula.

A capoeira era inicialmente uma luta e através da inclusão da musicalidade na sua prática fez com que também fosse uma dança. Por no seu retrospecto histórico os praticantes costumarem dizer que se ia “jogar capoeira”, é perceptível que a capoeira também é considerada um jogo.

Pela sua difícil classificação, muitos professores quando vão dividir os conteúdos da educação física em sala de aula não incluem a capoeira em jogos, danças ou lutas, e sim como um conteúdo à parte.


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UNIEDFCAST #6 Esportes da natureza

Os esportes de aventura e (ou) da natureza constituem de um conjunto de práticas recreativas que surgiram nos países desenvolvidos na década de 70, desenvolvendo-se e consolidando-se apenas na década de 90.

Esses esportes são praticados por pessoas comuns, muitas vezes consideradas sedentárias, e são procurados também por pessoas com vida rotineira, que optam por pratica-los no pouco tempo livre, muito também pela relação dos esportes de aventura com o turismo.

Com o surgimento de competições, como as de corridas de aventura, escaladas e outros, surge o processo de esportivização dessas atividades.

Os esportes de aventura possuem características e significados diferentes dos esportes tradicionais. Eles não possuem limitações de tempo e espaço. A partir de normas de seguranças existentes, as modalidades permitem que o praticante se confronte consigo e assim superem limites, ultrapasse barreiras e vença desafios.

Eles são classificados em: Esportes de aventura na natureza e esportes radicais urbanos. Um exemplo de esportes da natureza é o rapel (que possui com sua essência a natureza), e um exemplo de esportes radicais urbanos é o skate (praticado comumente em ambientes urbanos).

São esportes com o maior grau de risco físico que geralmente estão relacionados à altura, velocidade e esforço físico. São atividades responsáveis por estimular hormônios existentes no nosso corpo como a dopamina, endorfina e serotonina, que nos dá uma sensação de prazer e dever cumprido logo após sua realização. Eles dão uma sensação de liberdade e ajuda na relação social, afetiva e faz com que o sujeito reflita sobre o real valor da vida.

No turismo de aventura, o praticante não precisa ter a aptidão física que o esporte em si exige, não é preciso ser um profissional para praticar tal esporte, mais utilizado para o lazer.

Já os esportes da natureza exigem um conhecimento do sujeito, no qual ele precisa saber os elementos básicos e avançados sobre o esporte.

Alguns esportes de aventura:
Bungee jump, o mergulho que é dividido em 3 tipos: Mergulho livre, autônomo e dependente(também conhecido como sub autônomo), montanhismo, rapel, paraquedismo, parapente, rafting, Corridas de aventura, surf, voo livre, arborismo, mountain bike.

Ouça-os com mais detalhes no nosso #6 episódio do UNIEDFCAST.


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UNIEDFCAST #5 Lutas

Bom dia, boa tarde, boa noite!!!

Em nosso UNIEDFCAST #5 falamos sobre as lutas, sua origem, diferença para esporte de combate, inserção nas olimpíadas, entre outras coisas… Nele, tivemos a participação especial de Thaynara Machado, que também é 6º período do curso de Licenciatura em Educação Física da UFPE-CAV, faixa marrom em judô e professora na mesma modalidade.

Confiram e bons estudos!!

 

Resumo

As lutas, assim como as habilidades que deram origem ao atletismo, surgiram como necessidade de sobrevivência.

Posteriormente, quando essa necessidade não era mais o foco principal, as lutas passaram a ser utilizadas como forma de uma civilização se impor a outra, para o domínio de terras, etc.

Foram praticadas por vários povos e épocas distintas, em diferentes regiões, por isso não dá para saber de certeza sua origem.

Os gregos foram responsáveis pela introdução das lutas no mundo esportivo e começou a ser disputada nos jogos da Grécia Antiga, no século VII a.C.

Por serem muito agressivas, com o passar dos anos foram sendo impostas as regras para que pudessem ser praticadas com maior segurança e mantendo a integridade física do indivíduo.

Foi incluída nos primeiros jogos olímpicos da era moderna, com o intuito de dignificar o combate corpo a corpo e de diferenciar dos cruéis combates de vale tudo.

Na luta Greco-Romana, o indivíduo não pode utilizar as pernas para derrubar o adversário, e só pode agarra-los da cintura para cima, enquanto na luta livre pode usar as pernas.

Há uma diferença entre lutas, artes marciais e esporte de combate.

Nas lutas, um povo tenta se sobrepor a outro por meio de algumas expressões corporais. A arte marcial, como finalidade de uma arte de guerra, é mais composta, com elementos mais éticos, morais, físicos e sociais. Os esportes de combate trazem regras sistematizadas e tem a presença de árbitros.

As lutas são divididas em 3: Longa, média e curta distância.

Nas lutas de longa distância tem a utilização de implementos durante o combate, ex. Esgrima.

Nas lutas de média distância, os adversários ficam um pouco mais distantes do que nas de curta distância, para que os lutadores possam estudar melhor o outro e o objetivo é tocar o adversário para conseguir pontos e vencer, ex. boxe.

As de curta distância são as de maior contato, com o objetivo de agarrar, puxar, derrubar o adversário para vencer o combate, ex. Judô.


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UNIEDFCAST #4 Especial Copa do Mundo

E nosso 4º UNIEDFCAST é sobre a copa do mundo!!

Vem conhecer mais sobre esse mundial de futebol que emociona a todos!. Falaremos sobre a origem da copa, sua evolução, curiosidades, países sede e campeões mundiais.

Confere aí!!


A copa do mundo…

O maior evento esportivo do planeta foi ideia do holandês Carl Hirschmann, em 1906, porém só foi validada em 1914 pela FIFA, mas acabou não acontecendo por causa da primeira guerra mundial.

Quando o francês Jules Rimet foi eleito o novo presidente da FIFA, foi inspirado a criar a primeira copa do mundo, com o objetivo de reunir as seleções de diversos países para eleger o melhor time internacional de futebol. Nas olimpíadas de 1924, o futebol tinha tomado grandes proporções, então o Comitê Olímpico Internacional e a FIFA se reuniram para pensar em uma forma de autonomia ao esporte. Foi a partir desta iniciativa que a FIFA considerou o pedido de Rimet.

 

A realização do evento foi aprovada em 1928. Foi então organizada a primeira Copa do Mundo no Uruguai, em 1930. O país foi escolhido como sede, pois era comemorado o centenário de sua independência naquele ano, e também porque havia sido campeão olímpico duas vezes, em 1924 e 1928, sendo considerado o melhor time da época.

 

 

Ano

 

País sede

 

1º lugar

 

2º lugar

 

3º lugar

1930 Uruguai Uruguai Argentina EUA
1934 Itália Itália Tchecoslováquia Alemanha
1938 França Itália Hungria Brasil
1950 Brasil Uruguai Brasil Suécia
1954 Suíça Alemanha Hungria Áustria
1958 Suécia Brasil Suécia França
1962 Chile Brasil Tchecoslováquia Chile
1966 Inglaterra Inglaterra Alemanha Portugal
1970 México Brasil Itália Alemanha
1974 Alemanha Oci. Alemanha Holanda Polônia
1978 Argentina Argentina Holanda Brasil
1982 Espanha Itália Alemanha Polônia
1986 México Argentina Alemanha França
1990 Itália Alemanha Argentina Itália
1994 EUA Brasil Itália Suécia
1998 França França Brasil Croácia
2002 Japão/Coreia S. Brasil Alemanha Turquia
2006 Alemanha Itália França Alemanha
2010 África do Sul Espanha Holanda Alemanha
2014 Brasil Alemanha Argentina Holanda

 

Entre os anos de 1942 e 1946, a competição foi suspensa por causa da Segunda Guerra Mundial.

Em 1946, o prêmio para o melhor time do mundo foi batizado de Taça Jules Rimet.

Em 1954, pela primeira vez num Mundial os jogadores entraram em campo com as camisas numeradas. Também foi a primeira copa transmitida pela TV.

Em 1958, o Brasil mostrou ao mundo o Pelé, com apenas 17 anos, e o Mané Garrincha. Eles eram reservas de Joel e Dida e se tornaram titulares apenas no terceiro jogo do Brasil.

A primeira copa com mascote foi em 1966.

Em 1970, no México, o Brasil tornou-se tricampeão mundial ao vencer a Itália (4 a 1). Com isso, o Brasil ganhou o direito de ficar em definitivo com a posse da taça Jules Rimet.

Pela primeira vez também foram usados cartões amarelos (advertência) e vermelhos (expulsão). Também foi a primeira Copa a permitir substituições – na época, duas para cada seleção.

Em 1982, para mundializar mais a Copa, a FIFA decidiu que o torneio passaria a ter 24 seleções. Pela primeira vez todos os continentes foram representados na competição.

No fim de toda Copa do mundo são premiados os jogadores que tiveram destaque individual: a Luva de Ouro, a Bola de Ouro, a Chuteira de Ouro, o Troféu Fair Play e o Prêmio para o Melhor Jogador Jovem.

A Bola de Ouro, prêmio oficial da FIFA para o melhor jogador do Mundial, só foi instituída em 1982.

O país-sede de uma Copa do Mundo é escolhido pelo menos seis anos antes do evento esportivo. A partir da década de 90 a FIFA decidiu que realizaria um revezamento entre os continentes que sediam a Copa, pois antes disso havia uma hegemonia dos países americanos e europeus.

O país também deve seguir algumas exigências da FIFA, a primeira delas é que esse país tenha no mínimo 12 campos de futebol que comportem 40 mil pessoas. Para a final, o estádio da Copa deve ter vaga para pelo menos 80 mil pessoas a partir da edição de 2018. Além disso, o país deve oferecer estrutura para comunicação, transporte, acomodação e capacidade para gerar transmissões televisivas para todo o mundo.

A entidade visita os países antes de decidir qual o local sediará realmente a Copa do Mundo. Depois disso, uma comissão vota em um país, sendo que o vencedor será aquele que obter mais de 50% dos votos.

Antes da copa, as seleções realizam eliminatórias para que as melhores equipes de cada continente participem do evento. São 32 equipes na competição que costuma durar quase um mês em um país-sede escolhido previamente.


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UNIEDFCAST #3 Atletismo

Com vocês, nosso 3º UNIEDFCAST, que cita os pontos mais importantes da história do atletismo no Brasil e no mundo, sua transição enquanto movimentos básicos de sobrevivência para esporte, a entrada nas Olimpíadas e mais…

Confiram!!


Resumo- UNIEDFCAST #3- Atletismo

A história da educação física faz paralelo com a história do atletismo, quando os nossos ancestrais que ainda eram nômades necessitavam utilizar os movimentos básicos (correr, saltar, arremessar) para sobreviverem.

Com o passar do tempo, esses movimentos foram sendo aprimorados e os nômades começaram a domesticar alguns animais, cultivar alimentos, etc. tornando-se sedentários. Aos poucos, esses movimentos deixavam de ser apenas para garantir a sobrevivência e com maior tempo livre, começavam a competir entre si, sobre quem corria mais, quem saltava mais alto, etc. Por conta disso, o atletismo é chamado de esporte base, pois suas habilidades estão presentes em muitos outros esportes. Há indícios de que o esporte em si surgiu na China e Egito a 5 mil anos a.C., já outros historiadores datam de 1400 anos a.C, na Grécia.

Foi o primeiro esporte a entrar nas olimpíadas, em 776 a.C, com uma prova chamada Stadium (corrida com aproximadamente 200 metros). Em 393 d.C. o imperador Teodósio suspendeu as competições, pois ele era cristão ortodoxo e combatia qualquer prática que fosse considerada como atividade pagã. Em 1896, os jogos olímpicos começaram a ser disputados novamente, por proposta do barão de Courbertin, com o objetivo de estimular a competição entre os jovens e despertar o espírito de competição.

As mulheres não podiam participar até 1896, quando participaram apenas como expectadoras. Foi quando a grega Stamati Revithi realizou o percurso da Maratona fora do estádio no dia seguinte à realização da prova masculina e desencadeou a inserção das mulheres nos jogos olímpicos.

Em 1912 houve a necessidade de padronizar as regras, então foi criada a Federação Internacional de Atletismo Amador (IAAF), 70 anos depois, a entidade abandonou o conceito de amadorismo e virou Associação Internacional das Federações de Atletismo, continuando com a mesma sigla.

O Atletismo divide-se basicamente em provas de pista e de campo, separando as corridas das provas de salto e arremesso. As modalidades de pista envolvem diferentes tipos de corridas: velocidade, fundo (corridas com distância superior a 3000m) e meio fundo (provas de 800m e 1500m), revezamento e com barreiras, e também as provas de rua, que incluem maratonas e marchas. A pista normalmente contém 8 raias.

As modalidades de campo são arremessos e saltos.

Nos arremessos temos: arremesso de peso, lançamento de dardo, lançamento de disco e lançamento de martelo.

Nos saltos temos os saltos verticais e horizontais:

Saltos verticais Saltos horizontais
Salto em altura Salto triplo
Salto com vara Salto em distância

 

Atletismo no Brasil

Em 1880, o jornal do comercio do Rio de Janeiro já anunciava os resultados de algumas competições que aconteciam na cidade. Em 1914, a CBD filiou-se a IAAF. Em 1924 o país participou pela primeira vez de um torneio olímpico ao mandar uma equipe para os jogos de Paris, na França. No ano seguinte, foi instituído o campeonato Brasileiro de Atletismo. Já em 1931, o Brasil começou a participar dos campeonatos sul-americanos da modalidade.

Um pouco mais a frente, em 1952, nos jogos de Helsinque, Finlândia, Adhemar Ferreira da Silva conquistou a medalha de ouro no salto triplo. Três dias após esse feito, José Telles da Conceição ganhou a medalha de bronze no salto em altura. Aquelas foram as nossas primeiras das 15 medalhas olímpicas ganhas pela seleção brasileira de Atletismo. Adhemar foi campeão olímpico na mesma modalidade quatro anos depois em Melbourne, Austrália, sendo até hoje um dos grandes nomes do Brasil no atletismo.

Nos jogos pan-americanos, realizados desde sua primeira edição, até 2011, o atletismo brasileiro conquistou nada menos que 160 medalhas, sendo 56 de ouro, 45 de prata e 59 de bronze, se tornando o esporte que mais nos proporcionou medalhas nos jogos pan-americanos.


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UNIEDFCAST #2 Abordagens metodológicas

UNIEDFCAST #2- METODOLOGIAS DA EDUCAÇÃO FÍSICA

A primeira abordagem metodológica que surgiu no Brasil foi a higienista, que visa a preocupação com os hábitos saudáveis de higiene e a valorização do desenvolvimento físico. Essa abordagem foi muito utilizada nas aulas de educação física até a década de 1930 aproximadamente.
Após essa época, as nações começaram a se preocupar com o surgimento de uma nova guerra, e assim surge a abordagem militarista, que tinha como objetivo a preparação para tornar os indivíduos mais fortes e sadios e mais preparados fisicamente, para que assim protegessem o seu país contra seus inimigos, já que existia um sentimento de patriotismo e medo da guerra.

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UNIEDFCAST #1 História da educação física

UNIEDFCAST #1 – HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA

A história da educação física é muito mais antiga do que pensamos! Desde o surgimento da humanidade que nossos ancestrais, que eram nômades, necessitavam dos movimentos básicos (correr, saltar, arremessar, etc.) para sobreviverem. Continue reading