UNIEDFCAST #3 Atletismo

Com vocês, nosso 3º UNIEDFCAST, que cita os pontos mais importantes da história do atletismo no Brasil e no mundo, sua transição enquanto movimentos básicos de sobrevivência para esporte, a entrada nas Olimpíadas e mais…

Confiram!!


Resumo- UNIEDFCAST #3- Atletismo

A história da educação física faz paralelo com a história do atletismo, quando os nossos ancestrais que ainda eram nômades necessitavam utilizar os movimentos básicos (correr, saltar, arremessar) para sobreviverem.

Com o passar do tempo, esses movimentos foram sendo aprimorados e os nômades começaram a domesticar alguns animais, cultivar alimentos, etc. tornando-se sedentários. Aos poucos, esses movimentos deixavam de ser apenas para garantir a sobrevivência e com maior tempo livre, começavam a competir entre si, sobre quem corria mais, quem saltava mais alto, etc. Por conta disso, o atletismo é chamado de esporte base, pois suas habilidades estão presentes em muitos outros esportes. Há indícios de que o esporte em si surgiu na China e Egito a 5 mil anos a.C., já outros historiadores datam de 1400 anos a.C, na Grécia.

Foi o primeiro esporte a entrar nas olimpíadas, em 776 a.C, com uma prova chamada Stadium (corrida com aproximadamente 200 metros). Em 393 d.C. o imperador Teodósio suspendeu as competições, pois ele era cristão ortodoxo e combatia qualquer prática que fosse considerada como atividade pagã. Em 1896, os jogos olímpicos começaram a ser disputados novamente, por proposta do barão de Courbertin, com o objetivo de estimular a competição entre os jovens e despertar o espírito de competição.

As mulheres não podiam participar até 1896, quando participaram apenas como expectadoras. Foi quando a grega Stamati Revithi realizou o percurso da Maratona fora do estádio no dia seguinte à realização da prova masculina e desencadeou a inserção das mulheres nos jogos olímpicos.

Em 1912 houve a necessidade de padronizar as regras, então foi criada a Federação Internacional de Atletismo Amador (IAAF), 70 anos depois, a entidade abandonou o conceito de amadorismo e virou Associação Internacional das Federações de Atletismo, continuando com a mesma sigla.

O Atletismo divide-se basicamente em provas de pista e de campo, separando as corridas das provas de salto e arremesso. As modalidades de pista envolvem diferentes tipos de corridas: velocidade, fundo (corridas com distância superior a 3000m) e meio fundo (provas de 800m e 1500m), revezamento e com barreiras, e também as provas de rua, que incluem maratonas e marchas. A pista normalmente contém 8 raias.

As modalidades de campo são arremessos e saltos.

Nos arremessos temos: arremesso de peso, lançamento de dardo, lançamento de disco e lançamento de martelo.

Nos saltos temos os saltos verticais e horizontais:

Saltos verticais Saltos horizontais
Salto em altura Salto triplo
Salto com vara Salto em distância

 

Atletismo no Brasil

Em 1880, o jornal do comercio do Rio de Janeiro já anunciava os resultados de algumas competições que aconteciam na cidade. Em 1914, a CBD filiou-se a IAAF. Em 1924 o país participou pela primeira vez de um torneio olímpico ao mandar uma equipe para os jogos de Paris, na França. No ano seguinte, foi instituído o campeonato Brasileiro de Atletismo. Já em 1931, o Brasil começou a participar dos campeonatos sul-americanos da modalidade.

Um pouco mais a frente, em 1952, nos jogos de Helsinque, Finlândia, Adhemar Ferreira da Silva conquistou a medalha de ouro no salto triplo. Três dias após esse feito, José Telles da Conceição ganhou a medalha de bronze no salto em altura. Aquelas foram as nossas primeiras das 15 medalhas olímpicas ganhas pela seleção brasileira de Atletismo. Adhemar foi campeão olímpico na mesma modalidade quatro anos depois em Melbourne, Austrália, sendo até hoje um dos grandes nomes do Brasil no atletismo.

Nos jogos pan-americanos, realizados desde sua primeira edição, até 2011, o atletismo brasileiro conquistou nada menos que 160 medalhas, sendo 56 de ouro, 45 de prata e 59 de bronze, se tornando o esporte que mais nos proporcionou medalhas nos jogos pan-americanos.


Esse projeto faz parte do projeto de extensão “Conteiner saúde: Laboratório de ideias e inovações” do centro acadêmico de Vitória/ UFPE, coordenado pelo professor Luiz Miguel Picelli Sanches (luiz.sanches.ufpe@gmail.com).

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